LINHA DE MONTAGEM: CONHEÇA TIPOS E BENEFÍCIOS DE APLICAÇÃO

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O que você vai aprender

Linha de montagem: conheça tipos e benefícios de aplicação

 

A linha de montagem é um método utilizado na fabricação de produtos desde o século XX, período de sua criação. Com o tempo, porém, ela foi se atualizando com as novas tecnologias, tornando-se comum o uso de máquinas automatizadas ao longo da linha de produção. 

Dessa forma, o sistema responsável pela Revolução Industrial no século passado tem se tornado cada vez mais eficaz. Assim, as empresas estão buscando qualidade no produto final, velocidade de produção, organização do processo produtivo e redução de custos a partir da divisão da produção em etapas sequenciais.

 

O que é linha de montagem?

Linha de montagem é um método de produção que consiste na divisão do processo produtivo em trabalhos específicos que seguem uma sequência pré-definida. Onde são determinadas quais etapas devem ser feitas, por quem (seja máquinas, pessoas ou robôs), quando (em que lugar da ordem pré-definida) e em quanto tempo. Dessa forma, o método permite uma produção extremamente eficiente, rápida e controlada, ideal para produções em massa. 

Visto que a linha de montagem preza pela otimização da produção, os custos são minimizados e a qualidade facilmente controlada. Dessa forma, a linha de montagem é basicamente uma padronização organizada e ordenada do processo produtivo.

 

Como surgiu a linha de montagem?

Uma das inovações proporcionadas pela Segunda Revolução Industrial foi a linha de montagem inventada por Henry Ford. Tendo como objetivo aumentar a eficiência e a velocidade de produção no Período Entreguerras, quando o consumismo do “American Way of Life” estava em alta e o mais importante para uma empresa era a produção em massa.

O método inovador, conhecido e utilizado até hoje, teve êxito por atender a demanda de consumo enquanto ainda barateia o custo de produção. Dessa forma, refletindo no valor final de venda e tornando o produto acessível para diversas classes. Isso visto que o princípio do Fordismo era a produção máxima e o estoque infinito, sempre atendendo pedidos com baixa espera.

Entretanto, o Fordismo e a ideia de estoque infinito foram superados pelo Toyotismo, ou “Just in Time”. Ele trouxe à tona o custo de armazenamento do estoque, preferindo-se produzir apenas a quantidade demandada e no momento necessário. 

Todavia, as linhas de montagem continuam muito utilizadas e necessárias, sendo capazes de proporcionar eficiência e velocidade de produção. Visto isso, podemos concluir que houve uma importante mudança, pois, atualmente, o objetivo não é a produção máxima.

 

Benefícios da linha de montagem

Devido à sequência de montagem organizada e ao controle do tempo de cada etapa, a produção se torna extremamente eficiente e rápida, ideal para produção em massa. 

Portanto, a linha de montagem ainda reduz os custos de produção buscando a otimização do processo produtivo ao organizar minuciosamente cada etapa em uma sequência pré-definida. Dessa forma, a produção se torna padronizada, trazendo agilidade ao processo e qualidade ao produto final, visto que, com a padronização da produção, os produtos tendem a ser extremamente similares entre si. 

Com o avanço da tecnologia, ainda, há máquinas introduzidas na linha de montagem que, além de auxiliar os montadores no processo, representam uma queda significativa na probabilidade de falhas durante o processo.  

Ademais, devido aos padrões de consumo atuais, é de extrema importância a flexibilidade da linha de montagem para produzir novos produtos. Afinal, o mercado exige que se possa reagir com rapidez, introduzindo novos produtos e possíveis adaptações, sem haver perda de qualidade

Por último, outra vantagem desse método de produção é a confiabilidade da empresa quanto ao volume de produção desejado dentro do prazo necessário, garantida pela padronização do processo produtivo.

 

Quando usar uma linha de montagem?

Ter uma linha de montagem significa determinar quais atividades devem ser feitas ao longo da produção do produto. Por isso, ela se torna favorável para a organização dos processos produtivos de diversas empresas. 

Porém, em alguns casos, ela se torna indispensável quando comparada a outros, destacando a produção em massa. Dessa forma, dependendo do que é produzido, cada tarefa da linha de montagem é classificada como manual, robótica ou automática e então, ordenada ao longo da linha de produção. 

A linha de montagem é substancial para produções em série e de grandes produtos. Todavia, em produções “artesanais” ela também tem seus benefícios, pois divide o trabalho em etapas e permite uma organização extremamente útil para o controle de qualidade. 

Dessa forma, possibilitando a identificação de gargalos, que podem gerar atrasos nas entregas de mercadorias. Ainda possibilitando uma visão da produção, podendo prever quanto tempo e quantas etapas são necessárias até que o produto esteja finalizado.

 

Como funciona a linha de montagem?

A linha de montagem consiste em robôs, máquinas e humanos espalhados ordenadamente ao longo de uma sequência de esteiras rolantes que transformam a matéria-prima no produto. Assim, a transformação ocorre de maneira que a matéria-prima segue o caminho das esteiras passando por cada etapa de sua montagem na ordem pré-estabelecida e vai, gradualmente, se transformando até chegar no resultado final.

O layout, o tamanho das esteiras e a ordem escolhidas vão depender do produto produzido. Exemplificando, uma linha de montagem de carros é extremamente diferente de uma linha de produção de balas. Contudo, é importante que a linha de montagem adotada pela fábrica seja flexível, buscando atender às instáveis exigências do mercado para que as empresas possam se manter atualizadas e competitivas.

 

Como escolher uma linha de montagem?

Para desenvolver uma linha de montagem, primeiramente, deve-se realizar o planejamento, determinando o capital e os objetivos da empresa, como nível de qualidade, volume de produção desejado e prazo de entrega. Em seguida, é necessário separar o processo produtivo em etapas, como montagem, acabamento e embalagem. 

Posteriormente, deve-se decidir quantas e quais máquinas serão adquiridas para os processos, a fim de otimizar a linha de produção pensando no orçamento determinado previamente. Além disso, recomenda-se instalar sistemas tecnológicos integrados para a fiscalização e o monitoramento das etapas de produção, auxiliando, assim, a identificar falhas e possíveis melhorias.

 

 

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